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	<title>InComMetrics</title>
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	<description>InComMetrics - mensuração de resultados em comunicação</description>
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		<title>Data Visualization e o mercado de comunicação</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 13:01:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Data Visualization - Apresentação de resultados]]></category>

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		<description><![CDATA[obre a importância da maneira que apresentamos resultados para os clientes.
Uma das primeiras vezes que percebi a força das informações visuais foi quando assisti Uma Verdade Inconveniente. Al Gore mostrou dados que já haviam sido apresentados diversas vezes por outros especialistas. O além disso, o tema já estava desgastado pelo excesso de informação pela mídia. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>obre a importância da maneira que apresentamos resultados para os clientes.</p>
<p>Uma das primeiras vezes que percebi a força das informações visuais foi quando assisti Uma Verdade Inconveniente. Al Gore mostrou dados que já haviam sido apresentados diversas vezes por outros especialistas. O além disso, o tema já estava desgastado pelo excesso de informação pela mídia. No fim das contas, <strong> o segredo de Al Gore estava na forma, não no conteúdo. E isto não é pejorativo, pelo contrário.</strong></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Jxi-OlkmxZ4?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/Jxi-OlkmxZ4?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong>Como fazer com que um monte de dados numéricos fiquem atraentes ao espectador? Como contar uma história a partir dos dados? Como garantir que a mensagem seja entendida com clareza?</strong></p>
<p>Estes são alguns desafios que a visualização criativa dos dados pode nos ajudar a responder. Para Friedman,</p>
<blockquote><p>&#8220;The main goal of data visualization is to communicate information clearly and effectively through graphical means. <strong>It doesn’t mean that data visualization needs to look boring to be functional or extremely sophisticated to look beautiful</strong>. To convey ideas effectively, both aesthetic form and functionality need to go hand in hand, providing insights into a rather sparse and complex data set by communicating its key-aspects in a more intuitive way.&#8221;</p></blockquote>
<p>Deixando de lado os keynotes hollywoodianos e voltando ao mundo real, a pergunta que fica é <strong>como  a visualização de dados pode se aplicar ao mercado de comunicação?</strong></p>
<p>Certamente, este parece ser um mercado que já percebeu que não há nada além da percepção, que se encanta os clientes não só pelas idéias, mas se enfeitando as idéias, inserindo-as em uma narrativa.</p>
<p>Prova disso é o crescimento excepcional (minha percepção) de empresas e freelancers que se dedicam exclusivamente a fazer o layout de apresentações de powerpoint e também o crescimento da importância do tema storytelling.</p>
<p><strong>Porém, o mercado parece ainda não ter percebido o valor que a visualização de dados têm. </strong>Por exemplo, as empresas gastam milhões em mídia e recebem relatório maçantes, confusos e que, muitas vezes, são replicados diretamente do Word para o  PPT. Este é o principal momento em que a agência pode demonstrar o seu valor, a seriedade de seu trabalho.</p>
<p>Resultado: os clientes saem cheios de dúvidas e com um pé atrás sobre o investimento que fizeram. Estes resultados são bons ou ruins? Devo investir mais ou menos nos próximos meses? Para onde minha marca está caminhando? Estamos chegando lá?</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #000000;">Esse monte de perguntas sobre o rumo das coisas, me fizeram lembrar de uma aula de Teoria da História sobre Walter Benjamin (com o prof. Grespan lá na USP). O autor explica que as </span><strong><span style="color: #000000;">narrativas têm objetivo de dar conselhos. Elas não respondem perguntas diretamente, mas sugerem um desfecho possível da história que foi contada, indicam a continuidade lógica dos fatos que foram mostrados até então.</span></strong></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #000000;">Trazendo esta referência para o nosso mercado, podemos dizer que</span><strong><span style="color: #000000;"> uma narrativa só é eficaz quando faz com que o receptor &#8220;preencha&#8221; (complete)  este final da história com a mensagem que queremos que ele pense.</span></strong><span style="color: #000000;"> Ou seja, a visualização de dados deve contar uma história que faça com que o leitor chegue sozinho à conclusão.</span></span></p>
<p><strong>Clientes não precisam de números. Precisam de histórias. Histórias para serem contadas dentro das empresas, para serem replicadas para seus superiores. Histórias que dêem significado para o trabalho deles.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.incommetrics.com/wp-content/uploads/2010/08/Narrativas1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-976" title="Narrativas" src="http://www.incommetrics.com/wp-content/uploads/2010/08/Narrativas1.jpg" alt="Narrativas" width="520" height="139" /></a><br />
</strong></p>
<p>Acredito que Data Visualization não é uma tendência (no sentido superficial e vulgarizado da palavra). Não é somente algo cool o suficiente para aparecer no TED. <strong>Isso é um mercado com muito valor agregado e pouco território explorado. </strong>Por isso, estamos incluindo Data Visualization como uma categoria de conteúdo para os posts do InComMetrics.</p>
<p>Inquietações manifestadas, reuni algumas referência legais sobre o tema:</p>
<p><strong>David McCandless: The beuty of data visualization<br />
TED Global 2010</strong></p>
<p><!--copy and paste--><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="446" height="326" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="bgColor" value="#ffffff" /><param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/DavidMcCandless_2010G-medium.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/DavidMcCandless-2010G.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=937&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=david_mccandless_the_beauty_of_data_visualization;year=2010;theme=design_like_you_give_a_damn;theme=presentation_innovation;theme=a_taste_of_tedglobal_2010;theme=the_creative_spark;theme=new_on_ted_com;event=TEDGlobal+2010;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /><param name="src" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" /><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="446" height="326" src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/DavidMcCandless_2010G-medium.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/DavidMcCandless-2010G.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=937&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=david_mccandless_the_beauty_of_data_visualization;year=2010;theme=design_like_you_give_a_damn;theme=presentation_innovation;theme=a_taste_of_tedglobal_2010;theme=the_creative_spark;theme=new_on_ted_com;event=TEDGlobal+2010;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" bgcolor="#ffffff" wmode="transparent" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong>Revolução Visual: como a visualização de dados nos ajuda a entender o excesso de informação.</strong><br />
Fernanda Viegas: TED 2009<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="527" height="298" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=8009193&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=1&amp;color=ff000d&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="527" height="298" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=8009193&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=1&amp;color=ff000d&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><a href="http://vimeo.com/8009193">TEDxSP 2009 &#8211; Fernanda Viegas</a> from <a href="http://vimeo.com/tedxsp">TEDxSP</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<p><strong>Apresentação de resultado de pesquisa quanti em vídeo:</strong><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="528" height="318" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/q6nKXcUrNXA?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="528" height="318" src="http://www.youtube.com/v/q6nKXcUrNXA?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong>Outras referências sobre Data Visualization:</strong></p>
<p><strong>Inforgráfico interativo</strong>: como diferentes grupos gastam seu tempo ( The New York Times)</p>
<p><a href="http://www.nytimes.com//interactive/2009/07/31/business/20080801-metrics-graphic.html">How different groups spend their day</a></p>
<p><strong>Visual Economies</strong>: site que compila vários exemplos de aplicação de infográficos para explicar um tema em formato de apresentação.</p>
<p><a href="http://www.visualeconomics.com/">http://www.visualeconomics.com/</a></p>
<p><strong>Data Visualization Showcases</strong>: visualizações que vão desde a História Visual dos Presidentes dos EUA até o Tour da França Visual. Mostra ainda uma lista de ferramentas gratuitas de desenvolvimento de infográficos.</p>
<p><a href="http://datavisualization.ch/showcases">http://datavisualization.ch/showcases</a></p>
<p><strong>Many Eyes: </strong>projeto de visualização de informação da IBM, que Fernanda explica na palestra do TED.</p>
<p><a href="http://manyeyes.alphaworks.ibm.com/">http://manyeyes.alphaworks.ibm.com</a></p>
<p><strong></strong><strong>Esquemas visuais:</strong> explicação das mídias sociais</p>
<p><a href="http://www.slideshare.net/asavar/social-mediachartsfinal?from=ss_embed">http://www.slideshare.net/asavar/social-mediachartsfinal?from=ss_embed</a></p>
<p>Valeu <a href="http://www.twitter.com/rafalavor">@rafalavor</a> pela ajuda com as referências.</p>
<p><a href="http://www.twitter.com/diegosenise" target="_blank">@diegosenise</a></p>
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		<title>Que diferença sua propaganda faz?</title>
		<link>http://www.incommetrics.com/?p=947</link>
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		<pubDate>Sun, 15 Aug 2010 23:19:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Métricas]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Resultado]]></category>
		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Este dias, conheci um sistema de pesquisa que pode nos ajudar a entender melhor os resultados da comunicação online que entregamos aos clientes.
A Vizu oferece uma pesquisa que pretende analisar o efeito imediato da peça publicitária no público e relacioná-lo com o funil tradicional de marketing (awareness, consideração, preferência, intenção de compra).
Para isso, é usada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este dias, conheci um sistema de pesquisa que pode nos ajudar a entender melhor os resultados da comunicação online que entregamos aos clientes.</p>
<p>A <a href="http://www.vizu.com/index.htm" target="_blank">Vizu</a> oferece uma pesquisa que<strong> pretende analisar o efeito imediato da peça publicitária no público e relacioná-lo com o funil tradicional de marketing</strong> (awareness, consideração, preferência, intenção de compra).</p>
<p>Para isso, é usada a estrutura de grupo “teste” e grupo “controle”. Um grupo de pessoas é exposto à peça publicitária online, e outro não. Algumas pessoas são aleatoriamente escolhidos para responder uma rápida enquete online. Não se trata de um ambiente fechado, com recrutamento e câmeras filmando a reação da pessoa (à moda das salas de espelho). Nada disso. <strong>A pessoa está navegando normalmente na internet e, de repente, aparece uma enquete para ele responder. A idéia é que a pessoa nem perceba que a pesquisa tem relação com um anúncio que ela acabou de ver.</strong></p>
<p>Por meio de uma escala Likert, o resultado mostra a diferença entre o resultado dos dois grupos pesquisados. O quadro abaixo poderia referir-se, por exemplo, às perguntas:</p>
<p>-       Qual é a probabilidade de você comprar um celular Nokia nos próximos 6 meses?</p>
<p>-       Você vai assistir à final do Big Brother hoje a noite?</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.incommetrics.com/wp-content/uploads/2010/08/Vizu.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-946" title="Vizu" src="http://www.incommetrics.com/wp-content/uploads/2010/08/Vizu.png" alt="Vizu" width="609" height="377" /></a></p>
<p>A idéia é boa. Ajuda a compor alguns raciocínios de mensuração resultados, principalmente se a empresa tiver pesquisas semelhantes em mãos para comparar como cada iniciativa de comunicação ajuda seu negócio.</p>
<p>Porém, o cliente que se deparar com este tipo de pesquisa, tem que se fazer algumas perguntas:</p>
<ol>
<li><strong>Tenho certeza que meu target está respondendo esta pesquisa?</strong> Se tenho poucas informações sobre os respondentes, talvez não valha a pena fazer a pesquisa. Por isso, é preciso pensar com cuidado os sites a partir dos quais a pesquisa será aplicada.</li>
<li><strong>Quanto do resultado se deve ao próprio fato de ter sido aplicada uma pesquisa</strong> (ler sobre Mere Mearument Effect aqui). Quanto a pesquisa pode ter influenciado a resposta? No exemplo da final do Big Brother, talvez a pessoa não tivesse reparado na propaganda online, mas foi lembrada da programação pela pesquisa, e decidiu assistir.</li>
<li><strong>Vale a pena utilizar este método somente para objetivos de curto prazo</strong> relacionados à intenção de comportamento (levar público a eventos, às lojas etc.)? Posso medir atitude (awareness, consideração, preferência)em relação à marca de forma criteriosa, relacionando estes dados com outros estudos?</li>
</ol>
<p><a href="http://www.twitter.com/diegosenise" target="_blank">@diegosenise</a></p>
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		<title>Mensuração de redes (Augusto de Franco)</title>
		<link>http://www.incommetrics.com/?p=941</link>
		<comments>http://www.incommetrics.com/?p=941#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 17:32:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Há pouco tempo, conheci os estudos do Autgusto de Franco &#8211; um dos poucos caras que falam de maneira séria (com critério, com referências sociológicas) sobre redes sociais. Para quem não conhece, indico que invistam 15 minutos para ver a palestra que ele deu no TEDxSP.

Eis que, lendo um texto dele sobre a diferença entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há pouco tempo, conheci os estudos do <a href="http://twitter.com/augustodefranco" target="_blank">Autgusto de Franco</a> &#8211; um dos poucos caras que falam de maneira séria (com critério, com referências sociológicas) sobre redes sociais. Para quem não conhece, indico que invistam 15 minutos para ver a palestra que ele deu no <a href="www.tedxsaopaulo.com.br/" target="_blank">TEDxSP</a>.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="535" height="322" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/-3bnzmykCiM&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="535" height="322" src="http://www.youtube.com/v/-3bnzmykCiM&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Eis que, lendo um <a href="http://www.slideshare.net/augustodefranco/redes-so-ambientes-de-interao-no-de-participao" target="_blank">texto dele sobre a diferença entre &#8220;participação&#8221; e &#8220;interação&#8221; nas redes</a>, me deparei com uma discussão sobre mensuração. Não mensuração dos resultados das marcas nas redes sociais, mas mensuração da interação da própria rede. Abaixo, selecionei um trecho legal deste texto.</p>
<blockquote><p><em>Bem, mas então pode-se perguntar: como mensurar a interação em uma rede a partir do que ocorre em uma plataforma virtual de netweaving? Antes de mais nada é preciso saber o que queremos e devemos medir em termos de interação.</em></p>
<p><em>Não se trata de saber se um nodo interage mais do que os outros (se fizéssemos isso decairíamos para um tipo de participacionismo ou de rankismo, típicos da Web 2.0) e sim de medir a “efervescência” do (no) sistema. (&#8230;)</em></p>
<p><em>Para avaliar isso, <strong>não adianta contar cliques, verificar o número de mensagens de blog, comentários, vídeos, fotos etc. postados por uma pessoa ou por todas as pessoas: é necessário captar a responsividade geral da rede ou de cada cluster no caso de uma rede extensa. </strong>Existem plataformas no Ning, por exemplo, com dezenas de milhares de pessoas conectadas, onde cada pessoa entra (em geral entra recorrentemente apenas 1% das pessoas conectadas, mas isso pode ser muito, dependendo, é óbvio, do número total de registrados na plataforma), publica um conteúdo qualquer, porém&#8230; a despeito de tudo isso, a interatividade é muito mais baixa do que em outras plataformas com um número de conectados (e de “tráfego” total) até 100 vezes menor.</em></p></blockquote>
<p>Na<a href="http://escoladeredes.ning.com/" target="_blank"> Escola de Redes</a>, ambiente que Augusto criou para discutir o conhecimento nas redes, há mais mais discussões sobre mensuração que partem de um ponto de vista com o qual não estamos acostumados&#8230; o que é muito bom para abrir a cabeça.</p>
<p><a href="http://twitter.com/diegosenise" target="_blank">@diegosenise</a></p>
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		<title>Sobre o tal Leão de Efetividade</title>
		<link>http://www.incommetrics.com/?p=937</link>
		<comments>http://www.incommetrics.com/?p=937#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 12:55:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resultado]]></category>

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		<description><![CDATA[
O texto abaixo foi publicado no Blog do GP pelo Felipe Senise, planner da Lew Lara, mais conhecido como meu irmão.
-
O Festival de Cannes 2010 já acabou, mas trouxe uma importante novidade para 2011. No próximo ano será adicionada uma nova categoria de premiação, ainda sem nome definido, e que será voltada para a efetividade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.incommetrics.com/wp-content/uploads/2010/07/leao-efetividade-560x300.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-938" title="leao-efetividade-560x300" src="http://www.incommetrics.com/wp-content/uploads/2010/07/leao-efetividade-560x300.jpg" alt="leao-efetividade-560x300" width="560" height="300" /></a></p>
<p>O texto abaixo foi publicado no <a href="http://grupodeplanejamento.com.br/_2010/?p=1788" target="_blank">Blog do GP</a> pelo <a href="http://estalo.org/" target="_blank">Felipe Senise</a>, planner da Lew Lara, mais conhecido como meu irmão.</p>
<p>-</p>
<p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">O Festival de Cannes 2010 já acabou, mas trouxe uma importante novidade para 2011. No próximo ano será adicionada uma nova categoria de premiação, ainda sem nome definido, e que será voltada para a efetividade das campanhas.</p>
<p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">A manchete foi bastante comentada por aí, mas há um detalhe que merece atenção: pela regra do festival, só poderão ser inscritas nessa categoria campanhas que tiverem pegado shortlist ou ganhado algum Leão na edição 2010.</p>
<p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">Esse senão é um recado bem claro do Festival de Cannes: “assumimos que efetividade é um assunto que não pode mais ficar de fora da premiação, mas não vamos abrir mão de um alto nível de criatividade por conta disso”. Afinal, essa é a essência do festival.</p>
<p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">Com isso, podemos chegar à conclusão de que esse Leão não será como o Effie Awards, muito menos como o IPA. Ele não vai premiar o mais efetivo em si. Vai premiar o mais efetivo entre os mais criativos. Há um abismo de diferença entre isso.</p>
<p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">Por outro lado, esse movimento do Festival de Cannes nos traz uma importante reflexão.</p>
<p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">Se até os criativos – do jeito deles – estão trazendo a discussão de efetividade para a mesa, como nós planejadores estamos tratando desse assunto?</p>
<p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">Liderar com seriedade os métodos de mensuração das nossas campanhas desde o começo tem sido uma preocupação do nosso dia-a-dia?</p>
<p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">Temos proposto aos nossos clientes métodos justos de avaliação do nosso próprio trabalho?</p>
<p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">Resultado para a gente tem tido essa seriedade ou é simplesmente o que vai no final do videocase?</p>
<p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">Vale a reflexão.</p>
<p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;"><a href="http://www.twitter.com/fesenise" target="_blank">@fesenise</a></p>
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		<title>A arte de brincar com os números</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 12:32:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curso]]></category>
		<category><![CDATA[ROI em comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Resultado]]></category>

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		<description><![CDATA[Este é o último (e atrasado) post sobre o curso  Como Avaliar e Mensurar Comunicação Corporativa, Ângela Sinickas. Neste trecho, mostro como ela defende uma postura mais leve dos comunicadores em relação à determinação do retorno de investimento de seu trabalho.


Por exemplo, você propõe algo que gera muito retorno financeiro, mas que não custou nada para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este é o último (e atrasado) post sobre o curso  <a href="http://www.aberje.com.br/acervo_not_ver.asp?ID_NOTICIA=3215&amp;EDITORIA=Cursos%20Aberje" target="_blank">Como Avaliar e Mensurar Comunicação Corporativa</a>, <a href="http://www.linkedin.com/in/angelasinickas" target="_blank">Ângela Sinickas</a>. Neste trecho, mostro como ela defende uma postura mais leve dos comunicadores em relação à determinação do retorno de investimento de seu trabalho.</p>
<p style="text-align: center; "><a href="http://www.incommetrics.com/wp-content/uploads/2010/07/Angela-Sinickas-post-3.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-932" title="Angela Sinickas - post 3" src="http://www.incommetrics.com/wp-content/uploads/2010/07/Angela-Sinickas-post-3-1024x191.jpg" alt="Angela Sinickas - post 3" width="574" height="107" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
<p>Por exemplo, você propõe algo que gera muito retorno financeiro, mas que não custou nada para a empresa: uma ação nas redes sociais, uma idéia de e-mail marketing etc. Daí, você se depara com a pergunta: <strong>como fazer o cálculo de ROI (retorno de investimento) se não temos nada para falar sobre o “I” de investimento?</strong></p>
<p>Ângela acredita que, nesta situação, temos que quebrar a cabeça pra fazer um raciocínio consistente. A idéia é que podemos considerar como investimento, por exemplo, todo o montante dos salários e benefícios dos profissionais que participaram da ação. Ou este número ponderado pelo número de horas trabalhadas em determinado projeto.</p>
<p>Ela passou a clara idéia de que <strong>não há uma regra</strong> na hora de calcularmos o retorno advindo da comunicação. <strong>Há caminhos possíveis e conveniente pelos quais podemos traçar nossos raciocínios de ROI. </strong>Podemos “brincar” com os números (sem manipulá-los, é claro).</p>
<p>“Você tem que ser convincente. Não apresente uma porcentagem de ROI muito exorbitante porque isso gera desconfiança. Mostre que você cobriu todos os custos imagináveis e ainda deixe uma lacuna para que seu chefe se lembre de outras formas de retorno (indiretas ou de longo prazo) que não foram consideradas.”</p>
<p><a href="http://www.twitter.com/diegosenise" target="_blank">@diegosenise</a></p>
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		<title>Quote</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 12:05:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Nem tudo o que importa pode ser medido. Nem tudo o que pode ser medido importa.&#8221;
Einstein.
Via:  Slideshare do Marcelo Coutinho
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>&#8220;Nem tudo o que importa pode ser medido. Nem tudo o que pode ser medido importa.&#8221;</p></blockquote>
<blockquote><p>Einstein.</p></blockquote>
<p>Via:  <a href="http://www.slideshare.net/mcoutinholima/coutinho-fgv-roisocialmediabrasil" target="_blank">Slideshare do Marcelo Coutinho</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Quote &#8211; o custo de não mensurar resultados</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Jul 2010 23:58:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Tatear no escuro, neste campo (a publicidade), já custou provavelmente dinheiro bastante para pagar a dívida nacional. É o que tem abarrotado os cemitérios da propaganda. É o que tem desencorajado milhares de pessoas que poderiam ter obtido êxito nessa atividade.&#8221;
Claude Hopkins, autor do livro “A Ciência da Propaganda”.
Via: Marketing Contextual
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>&#8220;Tatear no escuro, neste campo (a publicidade), já custou provavelmente dinheiro bastante para pagar a dívida nacional. É o que tem abarrotado os cemitérios da propaganda. É o que tem desencorajado milhares de pessoas que poderiam ter obtido êxito nessa atividade.&#8221;</p></blockquote>
<p>Claude Hopkins, autor do livro “A Ciência da Propaganda”.</p>
<p>Via: <a href="http://www.marketingcontextual.com/a-ciencia-da-propaganda/" target="_blank">Marketing Contextual</a></p>
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		<title>Como mensurar retorno de investimento de comunicação interna</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 19:27:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curso]]></category>
		<category><![CDATA[Eficácia]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Públicas]]></category>

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		<description><![CDATA[No curso sobre  Como Avaliar e Mensurar Comunicação Corporativa, Ângela Sinickas deu um exemplo simples de como os profissionais de relações públicas podem mensurar o retorno de investimento da comunicação interna.
Supondo que, em uma campanha interna de prevenção de acidentes, a equipe de comunicação promoveu um vídeo na intranet e enviou uma série de emails [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No curso sobre  <a href="http://www.aberje.com.br/acervo_not_ver.asp?ID_NOTICIA=3215&amp;EDITORIA=Cursos%20Aberje" target="_blank">Como Avaliar e Mensurar Comunicação Corporativa</a>, <a href="http://www.linkedin.com/in/angelasinickas" target="_blank">Ângela Sinickas</a> deu um exemplo simples de como os profissionais de relações públicas podem mensurar o retorno de investimento da comunicação interna.</p>
<p>Supondo que, <strong>em uma campanha interna de prevenção de acidentes</strong>, a equipe de comunicação promoveu um vídeo na intranet e enviou uma série de emails de conscientização sobre o uso de equipamentos de segurança.</p>
<p>Após um anodo início da campanha, <strong>o nível de acidentes caiu em 30%, gerando uma economia de R$25.000,00</strong> em gastos médicos para a empresa.</p>
<p><strong>Como isolar qual foi a contribuição da comunicação neste resultado?</strong></p>
<p>A idéia é fazer uma pesquisa quantitativa com uma determinada amostra dos funcionários. Nela, as seguintes perguntas:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.incommetrics.com/wp-content/uploads/2010/06/post-curso-aberje12.png"><img class="aligncenter size-large wp-image-920" title="post - curso aberje1" src="http://www.incommetrics.com/wp-content/uploads/2010/06/post-curso-aberje12-1024x705.png" alt="post - curso aberje1" width="491" height="338" /></a></p>
<p style="text-align: auto;"><strong>Além das ações de comunicação, devemos pensar em qualquer motivo </strong>que, possivelmente, levou ele àquele comportamento. No caso, incluímos as opções “pressão de meu chefe” ou “pressão de minha mulher”.</p>
<p>Digamos que, a tabulação das pesquisas indica que os funcionários que mudaram de comportamento consideram a pressão do chefe é fator mais importante nesta mudança; que o vídeo teve 10% de influência; e os emails, influência nenhuma.</p>
<p>Se a economia gerada pela queda nos acidentes multiplicada pela ponderação de sua importância (fruto de pesquisa) for inferior ao custo de produção do vídeo, o ROI da ação é positivo.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.incommetrics.com/wp-content/uploads/2010/06/post-curso-aberje2.png"><img class="aligncenter size-large wp-image-921" title="post - curso aberje2" src="http://www.incommetrics.com/wp-content/uploads/2010/06/post-curso-aberje2-1024x782.png" alt="post - curso aberje2" width="491" height="375" /></a></p>
<p><a href="http://www.twitter.com/diegosenise" target="_blank">@diegosenise</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Curso Internacional: Como avaliar e mensurar comunicação corporativa</title>
		<link>http://www.incommetrics.com/?p=899</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 12:46:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curso]]></category>
		<category><![CDATA[Quote]]></category>
		<category><![CDATA[ROI em comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Resultado]]></category>

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		<description><![CDATA[
No dia 17 de junho, Ângela Sinickas, deu um curso chamado Como Avaliar e Mensurar Comunicação Corporativa na Aberje. Ângela é consultora, autora de “How to Measure Your Communication Programs” e chefe de diversas áreas do International Association of Business Communicators/IABC e da Public Relations Society of América/PRSA.
Nos próximos posts, traremos as partes mais interessantes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.incommetrics.com/wp-content/uploads/2010/06/curso_sinickas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-903" title="curso_sinickas" src="http://www.incommetrics.com/wp-content/uploads/2010/06/curso_sinickas.jpg" alt="curso_sinickas" width="347" height="261" /></a></p>
<p>No dia 17 de junho, Ângela Sinickas, deu um curso chamado <a href="http://www.aberje.com.br/acervo_not_ver.asp?ID_NOTICIA=3215&amp;EDITORIA=Cursos%20Aberje" target="_blank">Como Avaliar e Mensurar Comunicação Corporativa</a> na <a href="http://www.aberje.com.br/" target="_blank">Aberje</a>. Ângela é consultora, autora de “How to Measure Your Communication Programs” e chefe de diversas áreas do International Association of Business Communicators/<a href="http://www.iabc.com/" target="_blank">IABC</a> e da Public Relations Society of América/<a href="http://www.prsa.org/" target="_blank">PRSA</a>.</p>
<p>Nos próximos posts, traremos as partes mais interessantes de seu curso.</p>
<p>O primeiro ponto que ela fez questão de enfatizar é a necessidade de pensarmos <strong>como a comunicação pode fazer diferença para o negócio – que, normalmente, não aparece nos briefings dos clientes (clientes internos ou externos). </strong>Por exemplo, muitas vezes recebemos briefings pouco esclarecedores como: “precisamos fazer <span style="text-decoration: underline;">comerciais de TV</span> para <span style="text-decoration: underline;">divulgar</span> o produto”.</p>
<p>Certamente, quem escreve isto não faz idéia de como a comunicação ajuda a atingir objetivos de negócio. Gera awareness? Muda atitude? Conduz a um comportamento diferente?</p>
<p>Sobre este assunto, Ângela citou um caso descrito no livro <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?sid=1521211591262741028961925&amp;nitem=686904" target="_blank">The Tipping Point</a>, de Malcolm Gladwell:</p>
<blockquote><p>Uma universidade americana queria fazer com que seus alunos se vacinassem contra tétano. Para convencê-los, houve uma campanha com cartazes de conscientização em toda universidade. Neles, estavam todas as informações que a equipe médica havia passado no briefing: formas de prevenção, danos que a doença causa, segurança sanitária da vacina etc.</p>
<p>No pré-teste, os alunos disseram que estavam cientes que deveriam tomar a vacina. A campanha era clara. Porém, a campanha foi um fracasso. Só 4% dos alunos compareceram.</p>
<p>Com poucas pesquisas qualitativas, o problema foi esclarecido. Os alunos disseram: “nós sabemos da importância da vacina, mas não sabíamos os horários nem onde ficavam os postos de vacinação.”</p>
<p>O simples fato de adicionar um grande mapa com os pontos de vacinação e os horários aumentou para 28% o número de alunos vacinados.</p></blockquote>
<p>Com o gancho deste caso, Ângela destaca a diferença entre atitude (o que as pessoas pensam e sentem sobre algo) e comportamento (o que elas fazem, ação).<strong> Segundo ela, para mensurarmos o impacto financeiro da comunicação, necessariamente, devemos medir comportamento. </strong>Mas devemos ter uma visão muito clara sobre o que é, realmente, comportamento.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.incommetrics.com/wp-content/uploads/2010/06/Comportament-quote-Ângela-Sinickas.png"><img class="size-full wp-image-900 aligncenter" title="Comportament - quote Ângela Sinickas" src="http://www.incommetrics.com/wp-content/uploads/2010/06/Comportament-quote-Ângela-Sinickas.png" alt="Comportament - quote Ângela Sinickas" width="517" height="130" /></a></p>
<p>Por exemplo, alguém diz que o objetivo de uma campanha é fazer com que as pessoas se comuniquem melhor com a diretoria da empresa. Apesar de “comunicar” ser um verbo de ação, não é um comportamento mensurável, pois cada um que fechar os olhos pensará em algo diferente: maior número de reuniões, mais feedbacks, mais papos de café etc.</p>
<p>Ângela conclui nos tranqüilizando:</p>
<p>“Se estes comportamentos são importantes (vendas, movimento nas lojas, produtividade etc.), já estão sendo medidos por alguém na empresa. Nosso papel é achá-los e termos acesso a seus dados sem muito desgaste.”</p>
<p><a href="http://www.twitter.com/diegosenise" target="_blank">@diegosenise</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>As marcas mais amadas da Copa</title>
		<link>http://www.incommetrics.com/?p=892</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 00:21:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resultado]]></category>
		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[A Copa das Marcas é uma iniciativa da Predicta (em parceria com a Radian6) para mensurar a o resultado de buzz das marcas no Twitter durante o período da Copa do Mundo.
A Predicta toma como base para a avaliação patrocinadoras da FIFA, da CBF e outras marcas que participam ativamente do Mundial. A análise é realizada diariamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://www.copadasmarcas.com.br/" target="_blank">Copa das Marcas</a> é uma iniciativa da <a href="www.predicta.net">Predicta</a> (em parceria com a <a href="http://www.radian6.com/" target="_blank">Radian6</a>) para mensurar a o resultado de buzz das marcas no Twitter durante o período da Copa do Mundo.</p>
<p>A Predicta toma como base para a avaliação patrocinadoras da FIFA, da CBF e outras marcas que participam ativamente do Mundial. A análise é realizada diariamente durante o Mundial.</p>
<p>Este levantamento gera três rankings:</p>
<p><strong>Share of Voice</strong> = Numero total de <em>tweets</em> da marca / Total de Tweets das Marcas</p>
<p><strong>Marcas Mais Populares</strong> = Total de <em>Tweets</em> positivos da marca / Total de <em>Tweets</em> da Marca</p>
<p><strong>Marcas Mais Amadas</strong> = <em>Tweets</em> positivos + Neutros &#8211; Negativos / Total de <em>Tweets</em></p>
<p>Confira se a marca para quem você trabalha está na lista:</p>
<p><a href="http://www.incommetrics.com/wp-content/uploads/2010/06/A-copa-das-marcas1.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-891" title="A copa das marcas1" src="http://www.incommetrics.com/wp-content/uploads/2010/06/A-copa-das-marcas1.png" alt="A copa das marcas1" width="559" height="283" /></a></p>
<p><a href="http://www.twitter.com/diegosenise" target="_blank">@diegosenise</a></p>
]]></content:encoded>
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